
Lamento eu em minha simples cama, uma falta de uma presença a me acariciar, lamento eu por estar com coração cheio de dor e angustia, lamento eu por viver na realidade triste onde ninguém quer viver, onde o sofrimento e a dor é constante em nossas almas, onde a dor mais suave é a dor de saber que nunca mais terás a mesma inocência.
Lamento a mim por ter que viver sinas mundanas, por estas sempre em busca da felicidade quando neste longo caminho aprendemos as durezas de sermos corações de metal sem alma, queria eu que tudo fosse simples como um amanhecer fervente do sol, como o brilho da lua incandescente com as estrelas, mais quem dera que eu quisesse tanta coisa quando apenas um sorriso para satisfazer a minha dor seria o bastante para recomeçar um caminho de novos rumos sem andar com esse coração sofrendo com uma dor catavélica profunda sem piedade.
Lamento se você está só mais quem dera que nós nos livrássemos dessa mal secular que vem a atormentar as nossas almas nas noites frias de lamento em encontro das estrelas com a lua, lagrimas nos olhos caem sempre que estamos em aflição mais como controlar se a solidão vem a nós atormentar.
“Lagrimas Incertas”
